RISCOS, DESAFIOS E MEIOS PERANTE O CHAMADO À SANTIDADE SEGUNDO A GAUDETE ET EXSULTATE

INTRODUÇÃO

A catequese da nossa Igreja nos ensina que a Santidade é sempre um dom divino que atua em cada um que se abre à graça santificante e uma resposta nossa à iniciativa amorosa de Deus. A santidade supõe sempre esse relacionamento de intimidade com Deus e o confronto com a realidade na qual estamos inseridos. Nessa perspectiva, o Santo Padre, o Papa Francisco, nos oferece uma forte exortação para que nos esforcemos em responder à vocação universal à Santidade. O Papa Francisco cônscio da eclesiologia do Vaticano II que compreende a Igreja como povo de Deus, retoma na Gaudete et Exsultate (Alegrai-vos e Exultai)  os elementos essenciais e fundamentais desse Concílio.

O Concílio (LG, 11) nos ensina que todos os cristãos, de qualquer condição ou estado, são chamados pelo Senhor, cada um por seu caminho, à perfeição da santidade pela qual é perfeito o próprio Pai. Mas a mesma Constituição Dogmática, no número 41, elenca uma hierarquia nesse chamado: os bispos, os presbíteros, os diáconos e os demais cristãos.

Urge acentuar também que o Concilio ensinou que a Santidade é manifestação dos frutos do Espírito Santo nos fiéis (cf. LG, 39). A santidade não é resultado do esforço e triunfo humano. Ela é um Dom e iniciativa do Amor divino que o homem responde no concreto do cotidiano.

Em perfeita sintonia com esses princípios conciliares, o Pontífice nos escreve a referida Exortação Apostólica na qual nos convida a refletir sobre o chamado à Santidade no mundo contemporâneo. O documento se organiza em cinco capítulos e 177 parágrafos.

Autor: M.e. Pe. José Paulino Francisco Neto

Para ler o artigo completo, em PDF, acesse:  GAUDETE ET EXSULTATE

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